Manoel Fernandes

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Quarta Feira, 19 Setembro, 20h14

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) escapou da cassação, mas ainda terá muita dor de cabeça daqui em diante, principalmente em relação os blogs nacionais e as comunidades virtuais, como o Orkut. Entre maio deste ano, quando a Veja publicou a primeira reportagem sobre o assunto, e segunda-feira passada o caso tinha alcançado cerca de 23 mil citações em todos os blogs nacionais.

Desse volume, as críticas e os comentários nada lisonjeiros são maioria: 70% do universo. Mesmo diante das evidências como a ex-amante e mãe da sua filha caçula, os bois invisíveis da suas fazendas e a rede de laranjas montada para fazer negócios na sua terra natal, Renan sobreviveu no mundo real. No universo digital o calvário continuará por muito tempo.

Entre os formadores de opinião da internet está muito longe de ser esquecida. “A tendência é de que as críticas negativas ganhem mais força nas próximas avaliações”, afirma Alessandro Barbosa Lima, da consultoria E-Life, que faz mapeamento de conteúdos gerados pelo consumidor. Nesse estudo feito a pedido de BITES, a E-Life não se deteve em análises detalhadas do conjunto de opiniões dos blogueiros.

O que chama atenção é o sentimento negativo em relação ao discurso montado pelo senador para se defender. Foram acompanhados 15 serviços de hospedagem de blogs, mas a maior parte das críticas (82%) está concentrada em um único lugar: o blogspot do Google. A situação fica mais complicada quando se relaciona a quantidade de comunidades criadas no Orkut, que também faz parte de lista de propriedades do Google, desde o início da crise. Há 81 comunidades e a maior delas, Fora, Renan Calheiros!, alcançou 3.652 adeptos. Nesse mesmo local uma enquete sobre a extinção do Senado Federal tinha na noite desta terça-feira o apoio de 63% dos votantes.

O melhor cenário para Renan seria se esses comentários estivessem dispersos em vários locais e em blogs sem relevância e audiência, mas o levantamento da E-Life mostra exatamente o contrário. Além de blogs feitos por jornalistas, o senador também recebeu críticas de gente que faz seus diários on-line sem grandes pretensões informativas, mas que também ficaram indignados com a situação.

Quando o tema da crise deixar a agenda da mídia tradicional – o que deve acontecer em breve, caso não apareçam fatos novos – o que foi publicado nos blogs seguirá o caminho natural do long tail (www.acheme7.com.br), a capacidade latente da rede de replicar de maneira quase indefinida comentários sobre produtos ou quaisquer outros assuntos.

Nesse ponto, Renan nunca sumirá da internet. Mesmo que dentro de alguns anos ele tenha êxito em refazer sua imagem pública, como parece ser uma das suas qualidades desde que esteve ao lado de Fernando Collor na eleição de 1989, o senador sempre será encontrado de maneira pouco elogiosa quando alguém realizar uma busca na rede. E quem sabe dessa vez ele pensa em deixar a cena.

 

Sexta Feira, 24 Agosto, 00h46

O Grupo Estado, dono do jornal O Estado de São Paulo e outros veículos de mídia, passou a semana sob críticas dos blogueiros brasileiros.Eles viram e não gostaram da nova campanha publicitária do portal de internet da empresa onde um macaco aparece produzindo conteúdo para um blog a partir de cópias de outros textos na rede. Do outro lado um internauta acredita na qualidade das informações publicadas ao fazer um comentário com a namorada. Produzida pela Talent, a propaganda deveria ser parte da estratégia para posicionar o conteúdo da companhia como um dos melhores da internet nacional. Uma tentativa de separar os bons e maus produtores de notícias desse mercado. Na prática o anúncio provocou uma polêmica porque os blogueiros não gostaram da piada, e ainda consideraram humilhação a comparação do seu trabalho com um macaco de laboratório movido a bananas. O debate ficou mais quente porque neste final de semana, em São Paulo,150 blogueiros estarão reunidos no primeiro grande evento do gênero no País, o BlogCampBR.“Devemos discutir esse assunto com tranquilidade e sem análises apaixonadas”, afirma Manoel Neto, do blog Tecnocracia e um dos organizadores do BlogCamp. Dois jornalistas do Estadão, Rodrigo Martins e Renato Cruz, estão entre os confirmados, mas o Grupo Estado resolveu se antecipar aos desdobramentos desse problema. Na próxima semana está prevista uma mesaredonda com executivos do mercado publicitário, diretores de sites especializados no assunto e blogueiros. “Trabalhamos pela evolução e a melhoria da qualidade na internet brasileira”,afirma André Bianchi, diretor de Estratégias Digitais do Grupo Estado. “Nunca foi nossa intenção criticar ou menosprezar o trabalho dos blogueiros sérios.” Até agora, o Grupo Estado não pensa em suspender o anúncio. A própria Talent justifica que houve uma compreensão equivocada da mensagem original. A agência afirmou que a intenção era revelar a existência de dois tipos de conteúdo na rede. Aquele de qualidade que merece ser exaltado e outros cuja precisão e veracidade das informações são questionáveis. O diretor de criação da Talent, João Livi, se encarregou de postar em vários blogs uma breve carta na qual defendeu o conceito do trabalho da sua equipe. “Os sites, blogs, veículos e pessoas que freqüentam o lado ‘luz’ da internet, obviamente não devem se sentir atingidos por uma crítica ao lado ‘escuro’ do ambiente virtual, da mesma forma que um bom jogador de futebol nao deve se sentir desvalorizado por ter um colega perna-de-pau ou quebrador de joelhos”, diz um trecho do comunicado. Como nada nesse mundo virtual passa sem repercussão o assunto foi parar no Boing Boing, um dos blogs de maior audiência na internet mundial.O Grupo Estado não foi o primeiro a viver uma situação desse tipo após a reação violento da blogosfera, termo utilizado para definir o universo dos diários on-line que habitam a internet mundial. A Intel passou por algo semelhante em julho deste ano quando fez um comercial na mídia impressa mostrando um grupo de seis corredores negros em posição de partida e um homem branco em pé de braços cruzados. Queria vender o conceito de velocidade dos seus processadores. A empresa foi acusada de racismo por vários blogs e encerrou a polêmica com um pedido de desculpas e o anúncio que estava suspendendo a veiculação do comercial em todo o mundo.

Terça Feira, 21 Agosto, 22h32

A fabricante americana de catchup Heinz entrou de cabeça no mundo da mídia gerada pelo consumidor. Ao contrário de outras empresas que ainda relutam em entender esse fenômeno no qual o cliente passa a ter um controle maior sobre as marcas, a companhia decidiu sair do modelo tradicional de produção de anúncios para a TV. O próximo comercial que entrará no ar em setembro será escolhido entre milhares de opções produzidas pelos consumidores americanos. A Heinz lançou um concurso e vai premiar com US$ 57 mil (cerca de R$ 114 mil) a melhor produção. A empresa já recebeu mais de 8 mil vídeos, um dos maiores êxitos da história recente de um concurso do gênero. Os milhares de comerciais da Heinz já foram vistos mais de 2,3 milhões de vezes, o equivalente a 80 mil horas de exposição. Nenhuma das conhecidas mídias conseguiria ser tão eficiente em tão pouco tempo. “Há quatro fatores para esse êxito”, afirmou Michael Bollinger, diretor da agência de publicidade Smith Brothers, responsável pela estratégia da Heinz. “Uma grande idéia, a coragem do cliente em expor sua marca dessa maneira, a paixão que a marca desperta e os parceiros certos, o Google e o Youtube.” O que mais chama atenção no caso da fabricante de catchup e mostarda é efeito viral da campanha. A Heinz não foi a primeira marca a fazer esse tipo de ação dentro do mundo da mídia gerada pelo consumidor. Outras já haviam tentado algo parecido, mas a empresa encontrou uma enorme receptividade do consumidor que está na internet com disposição de contribuir para o aperfeiçoamento das marcas que compra com regularidade no supermercado. A companhia deixou os consumidores virtuais completamente livres para criar, mas estabeleceu algumas regras. O concurso foi aberto para maiores de 18 anos, os vídeos deveriam ter no máximo 30 segundos e apenas habitantes dos Estados Unidos poderiam se inscrever. A corrida começou em abril e terminou na última segunda-feira, dia 13. Uma comissão julgadora vai anunciar os quinze finalistas na próxima segunda, dia 27, que serão submetidos a uma votação dentro do próprio mundo virtual. O vencedor será conhecido dia 27 de setembro e terá seu trabalho exibido em cadeia nacional nos EUA.  No Brasil até agora não se tem notícia de uma marca que fez algo parecido com a Heinz, fundada há 130 anos e que hoje pertence a Teresa Kerry, mulher do ex-candidato a presidente dos EUA nas últimas eleições. Por aqui a discussão em torno da mídia gerada pelo consumidor ainda é embrionária e poucos são os departamentos de marketing em condições de obter as respostas para esse fenômeno que cresce a cada dia com a expansão dos blogs, suas variações multimídia e as comunidades virtuais. Nesse ponto, a Heinz, mesmo sendo uma marca centenária, deu um show de inovação.

Terça Feira, 21 Agosto, 22h30

Chegar não é fácil. Há poucos vôos diretos partindo do Brasil e o caos nos aeroportos ainda é um grande complicador, mas para quem conseguir transpor essas barreiras a Colômbia está de braços abertos. Com 45 milhões de habitantes o país andino entrou em definitivo na rota de investimentos de várias empresas brasileiras de tecnologia, que descobriram um novo filão de negócios. A estabilidade econômica com uma taxa de crescimento de 8% ao ano, os laços com o mercado americano e a Eldorado vizinhança complicada – Venezuela, Equador e Bolívia são cartas fora do baralho dos investidores internacionais – estão transformando o país no novo Eldorado da América Latina. Perto de aprovar um tratado de livre comércio com os EUA, o presidente da Colômbia,Álvaro Uribe, está conseguindo neutralizar o poder dos terroristas das Farcs com a bonança da economia. Na capital Bogotá o aeroporto internacional está operando no limite da sua capacidade. Os hotéis nunca estiveram tão lotados e as oportunidades surgem em cada esquina. “A grande vantagem desse mercado é que ainda há muito a ser feito em função das décadas de atraso na economia”, afirma um executivo brasileiro que já está fazendo sondagens para desembarcar em território colombiano. O grande avalista dessa mudança é o presidente Uribe que resolveu enfrentar o poder terrorista do grupo guerrilheiro Farcs com uma receita que envolve uma arrojada política de inclusão social e o uso intensivo de tecnologia na administração pública. Executivos de empresas brasileiras que conheciam pouco a realidade local estão espantados com as perspectivas na Colômbia, em especial na capital Bogotá. Só em um projeto, o governo investirá US$ 130 milhões para instalar 10 mil pontos de telefonia rural e 8 mil pontos de acesso à internet. Em outro movimento, o Ministério das Comunicações reservou US$ 11 milhões para financiar computadores para 6 mil estudantes universitários carentes. No capítulo de inovação os colombianos estão mais adiantados. O país já licitou freqüências e colocou em operação comercial o acesso de banda larga sem fio da tecnologia Wimax, enquanto no Brasil não se sabe quando essa decisão será tomada. A Colômbia experimenta os primeiros passos de uma revolução tecnológica que Uribe quer utilizar para garantir a presença do Estado aonde hoje só chega o poder dos terroristas das Farcs.

Terça Feira, 21 Agosto, 22h22

O título acima trata-se do Livro David Meerman Scott ( The New Rules of Marketing & PR ) que mostra as novas regras de como usar Releases,Blogs,Podcasting, Marketing Viral e Mídia Online e como escrever para eles. Publicado no Estados Unidos pela John Wiley & Sons. O Livro apresenta regras práticas de como se relacionar com o mundo da mídia online, em especial com as editorias dos veículos web. Um recomendação diz respeito a política de releases; se vale ser divulgado para mídia em geral, tambem vale um e-mail marketing para sua base de clientes e prospects: "todos os negócios têm informação que pode contribuir para educação do mercado." O livro traz um alerta contundente: "learn to ignore te Old Rules". Os seguintes pontos nos chamam a atenção:(i) na web os consumidores buscam o conteúdo que lhe interessa (ii) pesquisam os produtos com a intenção de compr-lo agora ou dentro de certo tempo (iii) cria-se ai a primeira oportunidade de fazer o marketing de intenção (iv) A internet está reorganizando as empresas de relacoes publicas no sentido de posicioná-las também como empresas de relacionamento direto com os consumidores via blogs, podcasting, sites corporativos e email. Existe um novo mercado a ser amadurecido de releases de noticias para estes novos canais de veiculação. Recomendo a leitura e o acesso ao site http://www.davidmeermanscott.com/

Terça Feira, 21 Agosto, 22h19

O assunto ou subject em inglês, é aquele que vai determinar o sucesso ou o fracasso da abertura da sua newsletter. Escrever um subject tentador é um exercício diário. Antes de parar para escrever tente se colocar no lugar de quem tem a caixa postal lotada de e-mails pessoais, de trabalho e propaganda e faça uma pergunta a você mesmo: Você abriria este e-mail? Para nortear a análise deste envio, minha experiência na área de e-commerce da Dufry Brasil considera que, para a newsletter ter alcançado sucesso, sua taxa de abertura precisa de 20% no mínimo e ter, no máximo, 14% de taxa de rejeição. 1 - Estilo: não venda. Ajude o seu leitor/cliente a comprar. No subject tente prestar um serviço, não saia despejando todas as vantagens de varejo nele. O princípio é simples: de nada adianta lotá-lo com suas vantagens de pagamento e ofertas, se você ainda não o convenceu a comprar. Exemplo: Dicas de Estilo - bolsas e ocasiões (para divulgar coleção de bolsas femininas). Cuide de seu cabelo no verão com dicas Lazartigue (produtos para cabelo.). Converse com o cliente e venda a situação na qual ele vai usar o produto e não somente o produto. 2 - Identifique o Talk of the town do seu produto. Pesquise de que maneira estão falando dele, quais as necessidades, para que é usado. Busque principalmente em conteúdos gerados pelo usuário, como comunidades no Orkut, Blogs, You Tube entre outros. Outra boa dica é o serviço Adwords do Google. Certamente você encontrará inspiração tanto para o subject quanto para o texto e falará a língua do seu cliente. 3- Evite palavras como Grátis, Ofertas e Sexo. São palavras desgastadas e, portanto fáceis de serem bloqueadas por programas anti-spam de e-mails. 4- Não repita no subject o nome da empresa. O nome da empresa já aparece no sender. Ex. basefeminina@nomedaempresa.com.br. Se você repete o nome da empresa no subject perde espaço. 5- Tenha cautela com o número de palavras no subject. Um subject muito longo pode ser cortado pelos diferentes tipos de visualização de e-mails. Aí, nada vai adiantar o esforço. Exemplos de subject: Reserve sua vaga! Culinária Tailandesa. (ideal) Faça sua reserva para o curso de Culinária Tailandesa. (regular) Faça sua reserva para o Curso de Culinária Tailandesa no Xpto. (perigoso) 6- Para não chatear o leitor/cliente, procure usar o seu espaço com 80% de conteúdo informativo e apenas 20% para textos publicitários. 7- No final da newsletter estimule o marketing viral divulgando a outras pessoas a sua comunicação. Ao final da mensagem, insira uma frase como: Gostou desta newsletter? Envie uma cópia para os seus amigos.

Terça Feira, 21 Agosto, 22h15

A tecnologia de rádio freqüência, conhecida como RFID, ainda é pouco utilizada entre as 500 maiores empresas brasileiras. A preferência ainda é pelo sistema de código de barras em processos como contagem de estoque ou inventário de patrimônio.  A novidade nessa área está numa pesquisa da consultoria americana International Data Corporation (IDC) que mostra o desejo de 82% das grandes companhias nacionais de investir em RFID. Nesse ponto, a subsidiária local da NEC saiu na frente dos concorrentes. A empresa já fechou projetos em 50 clientes. Desde indústrias automobilísticas, bancos, empresas de logísticas, hospitais e até ferrovias. Os nomes dos clientes são preservados por contratos de confidencialidade, já que o investimento acaba sendo parte da estratégia do comprador. De acordo com Silvio Maemura, diretor geral da NEC Solutions Brasil, a expectativa é que esse mercado represente um total de R$ 700 milhões em 2007.  Para chegar a esse valor, o executivo somou os investimentos necessários em infra-estrutura, que são de R$ 200 milhões; em software, R$ 300 milhões; ERP, mais R$ 130 milhões; e o valor referente ao redesenho de processos, que gera algo próximo a R$ 70 milhões. “Será como o código de barras, que demorou a ser utilizado, mas hoje todas os produtos são obrigados a ter”, explica. O mercado de RFID deve crescer 12% ao ano até 2012. O RFID já modificou a forma de controle de ativos nas empresas. Antes o trabalho que levava dias até semanas pode ser feito em minutos. Mais uma vez, com uma única antena é possível saber quais os materiais, suprimentos e ativos estão entrando ou saindo do prédio. O RFID utiliza um sensor que deixa registrada a história do produto, inclusive a temperatura que ele foi submetido. Com um comando realizado por computador, a antena é ativada automaticamente, transmitindo um pulso que energiza a etiqueta de RFID instalada em cada mesa ou cadeira. As informações do banco de dados são atualizadas de forma on-line através do sistema. Esse processo pode ser feito em segundos. Segundo Maemura, a tecnologia da NEC também permite o contato com os softwares de gestão empresarial, os ERP’s, dos clientes. No Brasil, a NEC tem um centro de pesquisas nessa área que faz parte da rede mundial de desenvolvimento montado pela matriz da companhia. A idéia é desenvolver inovações para atender a demanda dos clientes em todo o mundo. De maneira regular, a NEC também faz discussões técnicas e de negócios com a sua base de consumidores. Em setembro está programado um encontro na sede da companhia, em São Paulo, onde os clientes terão acesso as últimas novidades na área de RFID. Dessa maneira, a empresa espera continuar na dianteira em relação aos seus concorrentes.

Segunda Feira, 23 Julho, 23h03

O Ministério das Comunicações divulgou que a licitação que contratará serviços de conectividade para o Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) vai permitir que uma mesma empresa participe da disputa em mais de um consórcio, desde que em lotes diferentes. A Consultoria Jurídica do Ministério das Comunicações entende que a licitação prevê três lotes, cada um com uma lista específica de pontos de presença, resultando em disputas e contratos distintos. O Gesac será ampliado a 20 mil pontos de conexão até o próximo ano. Atualmente, o programa conta com 3,4 mil pontos espalhados por todo o Brasil, segundo o ministério. Com o aumento estima-se que todos os 5.565 municípios brasileiros sejam atendidos, com mais de 10.700 escolas públicas de ensino médio e profissionalizante conectadas, em atendimento aoPlano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Segunda Feira, 23 Julho, 23h00

A sueca Sigbritt Löthberg, de 75 anos, é a feliz proprietária de conexão doméstica mais rápida do mundo. São 40 Gigabits por segundo – o que permite fazer o download de um DVD inteiro em apenas um segundo. Os dados são transferidos por meio de fibra ótica num projeto pioneiro feito pelo filho de Sigbritt, Peter Löthberg, para a Cisco. Com a conexão ultra-rápida, a empresa quer provar que pode oferecer internet veloz (e bota veloz nisso!) a preços baixos. O objetivo final da Cisco é ser reconhecida como uma marca ligada à internet.

Segunda Feira, 23 Julho, 22h58

O designer de Nova York Theo Stewart-Stand acaba de lançar no mercado uma carteira linda, feita com aço inoxidável, que se antecipa a um problema, o furto de informações de etiquetas de rádio freqüência, o RFID. De quebra, ela ainda protege dinheiro e cartões de crédito de chuva, transpiração e quedas. A folha de aço é fina e flexível – e obviamente, mais forte e durável do que as de couro ou camurça. Ela ainda impede a leitura de dados pessoais e informações financeiras que, em breve, estarão em disponíveis para a leitura por RFID para todo o público. Hoje, eles são usados, nos Estados Unidos, em crachás, em alguns cartões de crédito e, mais recentemente, nos passaportes. Infelizmente, os ladrões de informações conseguem facilmente capturar esses dados, mesmo que as etiquetas estejam dentro de malas, bolsas ou carteiras. A peça criada por Stewart-Stand, no entanto, bloqueia os campos elétricos externos, mantendo os dados a salvo. A novidade já está disponível para compra pela internet e o preço varia de US$ 80 a US$ 120.

Segunda Feira, 23 Julho, 22h56

Será instalada em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a primeira fábrica de circuitos integrados, também chamados de chips, fundamentais para o funcionamento de todos os equipamentos eletrônicos tanto no processamento como na guarda das informações.Com a inauguração prevista até o final do ano, a fábriga ficará no Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), empreendimento criado pelos governos federal, estadual e municipal com a colaboração de várias universidades. Os chips fabricados em Porto Alegre poderão ser usados em televisores, equipamentos de transmissão de emissoras, indústria automobilística, sistemas para a área de segurança e agropecuária. No início, não serão fabricados circuitos integrados para computadores e celulares.

Quarta Feira, 04 Julho, 09h24

O responsável pela área de marketing direto do grupo Dufry, Aloisio Sotero, gosta de estudar temas relacionados à inovação na área de mídia. É um antigo hábito que está se tornando cada dia mais relevante na sua agenda de leitura. Só nos últimos três meses, Sotero leu uma dezena livros e conversou com várias pessoas no Brasil e no exterior.

Depois de uma passagem como consultor do Banco Mundial e na superintendência do jornal Gazeta Mercantil, o executivo está convencido que o fenômeno já conhecido como MGC, Mídia Gerada pelo Consumidor, é a grande oportunidade de negócios para as empresas nos próximos anos.

Nesse novo mundo, o consumidor se transforma em um difusor de conceitos e percepções que podem ajudar ou atrapalhar o negócio de qualquer empresa. "Até aqui os clientes procuravam os produtos. Agora quem corre atrás dos compradores são as empresas. É a lógica do ‘ache–me se puderes’", diz Sotero, que nos próximos dias lançará uma inovação nas campanhas de e–mail marketing feitas diariamente pela Dufry, a rede de free shops que funciona nos aeroportos brasileiros.

Em cada texto enviado para um cliente, Sotero acrescentará alguma das palavras–chave com as quais a sua companhia já é reconhecida no sistema de buscas do Google. Dessa maneira, ele espera ampliar a audiência para o site da Dufry quando algum dos destinários postar ou comentar em seus blogs ou comunidades as mensagens recebidas. "Cada consumidor é um veículo de mídia", diz Sotero.

A Dufry não é a única a se preocupar com a sua reputação no mundo dos blogs, fotoblogs, comunidades virtuais ou qualquer outra fonte de informação dentro desse universo. Um expressivo contigente de grandes marcas já começou a buscar um melhor entendimento desse novo comportamento de consumo no qual os fatos têm efeito viral e a imprevisibilidade é uma regra comum.

Na busca por respostas as empresas estão atrás de âncoras confiáveis e, por enquanto, as agências de comunicação corporativa tentam atender essa demanda. Algumas estão tão perdidas quanto os seus clientes, mas outras já tentam encontrar um caminho. "O nosso negócio está sendo reinventado", afirma José Luiz Schiavoni, presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e sócio da S2, que tem entre os seus clientes a Microsoft e a fabricante de bebidas Femsa.

Ele identifica um movimento dos associados da entidade em estruturar estratégias para os clientes dentro do mundo virtual. "As agências de comunicação saíram na frente porque sabem como levar adiante a mensagem do cliente para diferentes públicos. Trabalhamos com informação não com produtos", diz o presidente da Abracom. Nem todos terão competência, agilidade e visão de mercado para fazer a migração de modelo definido por Schiavoni.

Nos Estados Unidos, por exemplo, já estão nascendo agências de PR – como são conhecidas no mercado americano as empresas de assessoria de imprensa – voltadas para atender exclusivamente a necessidade de comunicação com o mundo virtual.

No Brasil as grandes marcas desse mundo estão correndo para não serem ultrapassadas por fenômeno semelhante. A In Press Port Novelli, por exemplo, que figura entre as cinco maiores em faturamento do País, montou uma divisão para atacar ações de mídia virtual para seus clientes, como a IBM e Ambev. "Nossa maior demanda hoje é pela construção e geração de relacionamentos com o mundo virtual", afirma Hugo Godinho, coordenador do núcleo web da In Press. "Ninguém conhece o nosso cliente como nós, e montar essa estratégia é o caminho natural."

Essa nova visão das agências de comunicação coloca em pé de igualdade a concorrência entre as grandes e médias marcas desse setor. A Fan é um caso emblemático. Mesmo sendo uma companhia de médio porte e ainda bem distante do faturamento de gigantes como a In Press, FSB, CDN, Máquina da Notícia e a S2, ela montou uma estratégia para a Fiat no lançamento da última versão do Palio.

A Fan programou uma estratégia de divulgação envolvendo serviços na internet como o Flickr (fotos) e Youtube (vídeos) e Second Life. A Intel seguiu a mesma lógica ao lançar com a ajuda do Yahoo!, dono do Flickr, um concurso de fotos no serviço on-line. "É impossível fazer comunicação corporativa sem considerar o mundo virtual", afirma Roberta Paixão, diretora da Fan. "Essa é uma premissa que daqui em diante vai fazer parte de qualquer plano de comunicação." Nem todas as empresas estão preparadas para abrir a alma nessa direção.

Ao contrário do que se pode chamar ‘jornalismo clássico’, em que as características das publicações seguem uma lógica de posicionamento ideológico, econômico e histórico. No mundo da mídia gerada pelo consumidor esses conceitos não se aplicam, o que torna ainda mais complicado o posicionamento das empresas. É uma mídia completamente fragmentada e viral. É impossível ficar apenas observando esse furacão que envolve o mundo corporativo. "Ainda é difícil saber qual o destino desse barco, mas só chegará ao ponto final quem subiu no porto de origem. Será complicado entrar no barco quando ele estiver já em mar aberto", afirma Sotero, que comprou a sua passagem na primeira classe.

Quarta Feira, 04 Julho, 09h19

Marcos Wettreich está longe de alcançar a unanimidade entre os seus pares de negócio. O empresário carioca simplesmente ignora os inúmeros desafetos e gasta a sua energia em ações consideradas substantivas. Nos últimos cinco meses, por exemplo, o foco foi a conquista do mundo. E isso não é força de expressão. A nova empreitada desse personagem envolve a sua equação padrão que o fez ter êxito no Ibest, que terminou sendo vendido para o iG.

As variáveis incluem o potencial de consumo da internet, sócios poderosos, US$ 8 milhões de dólares em investimentos e uma estratégia de alcance global. Wettreich decidiu ser conhecido nos mercados dos Estados Unidos, Inglaterra, China, Japão, Índia, Europa e por conseqüência o Brasil.

Esse projeto ganhou forma na semana passada com o lançamento para os internautas americanos de um serviço baseado no fenômeno de vídeos na internet. O WeShow (www.weshow.com.br), que estréia hoje no Brasil e amanhã na Inglaterra, agrega em um único local produções espalhadas em 20 endereços desse gênero, como o You Tube.

O diferencial é a forma como os vídeos são selecionados. Uma equipe de 70 pessoas escolhe os melhores arquivos e os distribui entre os 150 canais do portal. Tudo com acesso gratuito e ilimitado. "Só entra o que considerarmos muito interessante para a nossa base de usuários", afirma o empresário. "Os ruins ficam de fora."

A primeira impressão sobre este modelo é de que Wettreich está se antecipando a uma tendência que deve tomar conta daqui em diante do mundo virtual: os agregadores de conteúdo. "É uma nova fase da rede para combater o excesso de conteúdo", diz. Esse entusiasmo não o impede de fazer cálculos. Antes de sair em busca de investimentos, o empresário gastou US$ 2 milhões na montagem da operação que ao final do primeiro ano consumirá US$ 8 milhões.

Para quem aponta os investimentos em publicidade como insuficientes para sustentar uma operação global, Wettreich diz que haverá outras fontes a longo prazo. Não revela quais, mas nas entrelinhas aponta na transformação do WeShow numa plataforma de distribuição de vídeos das empresas para os seus consumidores. "Há muitos formatos em estudo, mas já temos um negócio de alta escalabilidade", diz.

Uma cota publicitária no WeShow pode chegar a R$ 200 mil. Dinheiro suficiente para o anunciante expor sua marca em diversos canais e nos 350 programetes próprios que o portal produzirá por mês a partir de dois estúdios no Rio de Janeiro e na Índia. Essas produções terão no máximo 4 minutos e servirão para alavancar a audiência do serviço. Outra novidade é a premiação mensal dos melhores vídeos. "Será o oscar da internet."

Para a estratégia global o empresário carioca conta com o apoio de dois nomes de alta estirpe nos EUA. Um deles é Bob Pittman que foi um dos articuladores da estranha fusão entre o provedor de internet AOL com o grupo de mídia Time Warner. A mesma receita foi aplicada a Bill Sahlman, vice-reitor da universidade de Harvard, que se tornou acionista e integrante do conselho de administração da WeShow. "Com eles iremos longe", afirma Wettreich.

Quarta Feira, 04 Julho, 01h12

O responsável pela área de marketing direto do grupo Dufry, Aloisio Sotero, gosta de estudar temas relacionados à inovação na área de mídia. É um antigo hábito que está se tornando cada dia mais relevante na sua agenda de leitura. Só nos últimos três meses, Sotero leu uma dezena livros e conversou com várias pessoas no Brasil e no exterior. Depois de uma passagem como consultor do Banco Mundial e na superintendência do jornal Gazeta Mercantil, o executivo está convencido que o fenômeno já conhecido como MGC, Mídia Gerada pelo Consumidor, é a grande oportunidade de negócios para as empresas nos próximos anos. Nesse novo mundo, o consumidor se transforma em um difusor de conceitos e percepções que podem ajudar ou atrapalhar o negócio de qualquer empresa. "Até aqui os clientes procuravam os produtos. Agora quem corre atrás dos compradores são as empresas. É a lógica do ‘ache–me se puderes’", diz Sotero, que nos próximos dias lançará uma inovação nas campanhas de e–mail marketing feitas diariamente pela Dufry, a rede de free shops que funciona nos aeroportos brasileiros. Em cada texto enviado para um cliente, Sotero acrescentará alguma das palavras–chave com as quais a sua companhia já é reconhecida no sistema de buscas do Google. Dessa maneira, ele espera ampliar a audiência para o site da Dufry quando algum dos destinários postar ou comentar em seus blogs ou comunidades as mensagens recebidas. "Cada consumidor é um veículo de mídia", diz Sotero.

A Dufry não é a única a se preocupar com a sua reputação no mundo dos blogs, fotoblogs, comunidades virtuais ou qualquer outra fonte de informação dentro desse universo. Um expressivo contigente de grandes marcas já começou a buscar um melhor entendimento desse novo comportamento de consumo no qual os fatos têm efeito viral e a imprevisibilidade é uma regra comum. Na busca por respostas as empresas estão atrás de âncoras confiáveis e, por enquanto, as agências de comunicação corporativa tentam atender essa demanda. Algumas estão tão perdidas quanto os seus clientes, mas outras já tentam encontrar um caminho. "O nosso negócio está sendo reinventado", afirma José Luiz Schiavoni, presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e sócio da S2, que tem entre os seus clientes a Microsoft e a fabricante de bebidas Femsa. Ele identifica um movimento dos associados da entidade em estruturar estratégias para os clientes dentro do mundo virtual. "As agências de comunicação saíram na frente porque sabem como levar adiante a mensagem do cliente para diferentes públicos. Trabalhamos com informação não com produtos", diz o presidente da Abracom. Nem todos terão competência, agilidade e visão de mercado para fazer a migração de modelo definido por Schiavoni. Nos Estados Unidos, por exemplo, já estão nascendo agências de PR – como são conhecidas no mercado americano as empresas de assessoria de imprensa – voltadas para atender exclusivamente a necessidade de comunicação com o mundo virtual. No Brasil as grandes marcas desse mundo estão correndo para não serem ultrapassadas por fenômeno semelhante. A In Press Port Novelli, por exemplo, que figura entre as cinco maiores em faturamento do País, montou uma divisão para atacar ações de mídia virtual para seus clientes, como a IBM e Ambev. "Nossa maior demanda hoje é pela construção e geração de relacionamentos com o mundo virtual", afirma Hugo Godinho, coordenador do núcleo web da In Press. "Ninguém conhece o nosso cliente como nós, e montar essa estratégia é o caminho natural." Essa nova visão das agências de comunicação coloca em pé de igualdade a concorrência entre as grandes e médias marcas desse setor. A Fan é um caso emblemático. Mesmo sendo uma companhia de médio porte e ainda bem distante do faturamento de gigantes como a In Press, FSB, CDN, Máquina da Notícia e a S2, ela montou uma estratégia para a Fiat no lançamento da última versão do Palio. A Fan programou uma estratégia de divulgação envolvendo serviços na internet como o Flickr (fotos) e Youtube (vídeos) e Second Life. A Intel seguiu a mesma lógica ao lançar com a ajuda do Yahoo!, dono do Flickr, um concurso de fotos no serviço on-line. "É impossível fazer comunicação corporativa sem considerar o mundo virtual", afirma Roberta Paixão, diretora da Fan. "Essa é uma premissa que daqui em diante vai fazer parte de qualquer plano de comunicação." Nem todas as empresas estão preparadas para abrir a alma nessa direção. Ao contrário do que se pode chamar ‘jornalismo clássico’, em que as características das publicações seguem uma lógica de posicionamento ideológico, econômico e histórico. No mundo da mídia gerada pelo consumidor esses conceitos não se aplicam, o que torna ainda mais complicado o posicionamento das empresas. É uma mídia completamente fragmentada e viral. É impossível ficar apenas observando esse furacão que envolve o mundo corporativo. "Ainda é difícil saber qual o destino desse barco, mas só chegará ao ponto final quem subiu no porto de origem. Será complicado entrar no barco quando ele estiver já em mar aberto", afirma Sotero, que comprou a sua passagem na primeira classe..

Quarta Feira, 04 Julho, 01h10

Marcos Wettreich está longe de alcançar a unanimidade entre os seus pares de negócio. O empresário carioca simplesmente ignora os inúmeros desafetos e gasta a sua energia em ações consideradas substantivas. Nos últimos cinco meses, por exemplo, o foco foi a conquista do mundo. E isso não é força de expressão. A nova empreitada desse personagem envolve a sua equação padrão que o fez ter êxito no Ibest, que terminou sendo vendido para o iG. As variáveis incluem o potencial de consumo da internet, sócios poderosos, US$ 8 milhões de dólares em investimentos e uma estratégia de alcance global. Wettreich decidiu ser conhecido nos mercados dos Estados Unidos, Inglaterra, China, Japão, Índia, Europa e por conseqüência o Brasil. Esse projeto ganhou forma na semana passada com o lançamento para os internautas americanos de um serviço baseado no fenômeno de vídeos na internet. O WeShow (www.weshow.com.br), que estréia hoje no Brasil e amanhã na Inglaterra, agrega em um único local produções espalhadas em 20 endereços desse gênero, como o You Tube. O diferencial é a forma como os vídeos são selecionados. Uma equipe de 70 pessoas escolhe os melhores arquivos e os distribui entre os 150 canais do portal. Tudo com acesso gratuito e ilimitado. "Só entra o que considerarmos muito interessante para a nossa base de usuários", afirma o empresário. "Os ruins ficam de fora." A primeira impressão sobre este modelo é de que Wettreich está se antecipando a uma tendência que deve tomar conta daqui em diante do mundo virtual: os agregadores de conteúdo. "É uma nova fase da rede para combater o excesso de conteúdo", diz. Esse entusiasmo não o impede de fazer cálculos. Antes de sair em busca de investimentos, o empresário gastou US$ 2 milhões na montagem da operação que ao final do primeiro ano consumirá US$ 8 milhões. Para quem aponta os investimentos em publicidade como insuficientes para sustentar uma operação global, Wettreich diz que haverá outras fontes a longo prazo. Não revela quais, mas nas entrelinhas aponta na transformação do WeShow numa plataforma de distribuição de vídeos das empresas para os seus consumidores. "Há muitos formatos em estudo, mas já temos um negócio de alta escalabilidade", diz. Uma cota publicitária no WeShow pode chegar a R$ 200 mil. Dinheiro suficiente para o anunciante expor sua marca em diversos canais e nos 350 programetes próprios que o portal produzirá por mês a partir de dois estúdios no Rio de Janeiro e na Índia. Essas produções terão no máximo 4 minutos e servirão para alavancar a audiência do serviço. Outra novidade é a premiação mensal dos melhores vídeos. "Será o oscar da internet." Para a estratégia global o empresário carioca conta com o apoio de dois nomes de alta estirpe nos EUA. Um deles é Bob Pittman que foi um dos articuladores da estranha fusão entre o provedor de internet AOL com o grupo de mídia Time Warner. A mesma receita foi aplicada a Bill Sahlman, vice-reitor da universidade de Harvard, que se tornou acionista e integrante do conselho de administração da WeShow. "Com eles iremos longe", afirma Wettreich.

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