Seg, 29 Jun - 12h51
Na contra mão de sites como o TinyURL, Untiny deixa o usuário ver a verdadeira fonte dos endereços
Por Stella Dauer
Por causa de veículos de poucas palavras como o Twitter, pipocam na rede sites que encurtam os enormes endereços da internet para que possam caber nos diminutos 140 caracteres. Mesmo na mídia tradicional (e aqui mesmo na Geek) usa-se esse recurso com frequência. Todavia, muitos usuários reclamam da potencial insegurança desse expediente, o que levou à criação do Untiny, um “desencurtador” de URL .
Entre os mais famosos podemos citar o TinyURL ( tinyurl.cc ), mas outros também fazem sucesso como o is.gd e o bit.ly . Há serviços que fazem mais do que encurtar um endereço, também registrado quantas vezes uma URL foi clicada e de que países chegaram essas visitas, como o tr.im e o migre.me .
Porém, nem todos os usuários estão dispostos a confiar em links abreviados. Algumas pessoas temem esse tipo de site com receio de que um dia suas preciosas URLs se percam com o fechamento de algum desses encurtadores.
Outro problema que circula pelos teclados dos geeks é a tendência desses endereços atraírem os difusores de malware e phishing. Como não é possível ver o endereço original, não se pode saber aonde está indo. Os links encurtados podem, portanto, esconder ciladas que ficariam evidentes ao olhar a URL original.
Para resolver esse impasse, um site vai na contramão desses encurtadores. O Untiny, que pode ser acessado pelo endereço untiny.me , tem como função principal revelar os verdadeiros endereços a usuários que moram em países onde esses sites que resumem URLs são bloqueados, mas serve também para quem quer ver de onde está vindo o que está prestes a clicar.
No site é informado com quais serviços ele trabalha. Uma extensa lista inclui todos os endereços citados acima, exceto o migre.me, mas inclui dezenas de outros, num total de 103 encurtadores suportados.
www.geek.com.br