Por Claudio Prandoni
- Super Mario 64
A primeira experiência do herói no universo tridimensional foi exatamente o título de lançamento mais cobiçado do Nintendo 64, em 1996.
Tirando grande proveito do hardware superior do console e o controle munido de alavanca analogia (uma novidade na época), o game oferecia um grau de liberdade imenso e um personagem com habilidades para usufruir disso.
Aqui se estabeleceu o sistema de jogo composto por um mundo principal que dá acesso a outros, assim como o exótico fetiche de Mario em ficar colecionando estrelas e objetos dourados.
Nove anos depois, o título ganhou versão revitalizada no lançamento do Nintendo DS. Visual otimizado, novos personagens - Yoshi, Luigi e Wario - novas fases, 30 estrelas adicionais e mini-games viciantes fizeram de Super Mario 64 um dos jogos mais vendidos da Big N. De novo.
- Super Mario Sunshine
Seis anos e uma geração de consoles depois, Mario retorna em aventura solo. Ou mais ou menos. Na verdade, o bigode sai de férias com a Princesa Peach em direção a uma ilha tropical, mas acaba tendo que limpar (literalmente) a sujeira feita por Bowser Jr., espivetado filho do arqui-rival.
Em Sunshine, o herói conta com uma engenhoca chamada F.L.U.D.D., que é uma mochila equipada com um jato de água com o qual se extingue lama e outras detritos, usa-se como jato e até foguete.
Apesar do belíssimo visual e dificuldade moderada, Super Mario Sunshine pecou pela excessiva temática tropical (para onde foram as fases de neve e fogo?), câmera problemáticas e controles não muito refinados.
- New Super Mario Bros.
Apesar da jogabilidade em scroll horizontas, como nos velhos tempos de Nintendinho-8 bits e Super Nintendo, o título para DS utiliza gráficos tridimensionais. É o que se chama do estilo de jogo 2.5 D.
Como o nome sugere, o game resgata a série original do herói, privilegiando habilidades em saltos com plataformas e elementos clássicos, tais quais o cogumelo para crescer, a flor de fogo e um mapa estilo tabuleiro, com fortalezas e castelos a serem batidos.
Claro, novidades não faltaram. Dois novos cogumelos: um gordinho que torna Mario um gigante na tela, e outro azul pequerrucho, que reduz nosso protagonista a um pivetinho do tamanho de uma pílula de nanicolina. Alem disso, como é muito esperto, Super Mario importou movimentos das aventuras 3D, como o salto nas paredes e o mortal triplo.